24 de nov de 2017

"A organização dos trabalhadores no chão de fábrica deve ser prioridade da nossa luta agora", afirma Jota, da CTB Minas


Conjuntura nacional e internacional se apresenta de maneira adversa para a classe trabalhadora.


Convidado da reunião mensal da diretoria do Sindicato, na manhã dessa quinta-feira (23/11), no Clube dos Metalúrgicos, o secretário de Formação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, José Antônio de Lacerda (Jota), afirmou que a conjuntura nacional e internacional se apresenta de maneira adversa para a classe trabalhadora. De acordo com Jota, os trabalhadores, em nível mundial,  têm tido seus direitos totalmente ameaçados por uma forte ofensiva do capital, que se organiza de todas as formas para manter seus lucros à custa da exploração da classe. "Ao mesmo tempo, temos visto, ao redor do mundo,  manifestações vigorosas de trabalhadores que se revoltam contra as políticas de austeridade e as reformas trabalhista e previdenciária, como as greves recentes ocorridas na Itália e na França, e também as que fizemos aqui no nosso país", exemplificou. 





Na opinião do secretário de Formação da CTB, o cenário, lamentavelmente, não se mostra favorável para os trabalhadores num horizonte mais próximo. "Não adianta escondermos a realidade. Até o momento, diante desta grande ofensiva do capital, que atinge os trabalhadores e também suas organizações, como os sindicatos, não há perspectiva de melhoria no que diz respeito aos direitos dos trabalhadores. Por outro lado, ao mesmo tempo, é uma situação que faz aumentar nossa capacidade de luta e resistência contra estes ataques", acentuou. 

Para Jota, neste sentido, a prioridade deve ser a intensificação do trabalho dos dirigentes sindicais junto aos operários no chamado "chão de fábrica".

"É lá que a luta deve ser travada, sobretudo porque também houve uma mudança muito grande entre os trabalhadores. Há um enorme contingente de jovens que ainda não se deu conta da história de lutas e conquistas da classe trabalhadora", ressaltou, ao acrescentar que outro foco de embate deve ser a defesa da soberania nacional. 


FONTE: Imprensa do Sindicato


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