22 de dez de 2010

Boas festas!

Companheiras e companheiros;

Informamos que a CTB Minas estará de recesso entre os dias 23/12/2010 e 03/01/2011.

Boas festas e um ano novo cheio de realizações.

Diretoria da CTB Minas.


Em Senhoras dos Remédios, trabalhadores seguem mobilizados contra cortes de direitos

Com informações de André Dornelas da Silveira


O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Remédios (Sindiremédios), entrou com recurso na Câmara Municipal para rever a votação do Projeto de Lei (PL) 026/2010, na última segunda-feira. A aprovação foi por 5 votos a 4.

O PL prevê a redação de uma lei municipal que garante o pagamento integral dos salários pelo município. O benefício é concedido desde a Reforma da Previdência de 1995. Os trabalhadores argumentam que haverá perdas salariais.

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Por meio de cartas, a prefeita Sônia Milagres e cinco vereadores da situação afirmam que o complemento salarial está contra a Constituição Federal. Milagres ainda diz que vai solicitar ao Tribunal de Contas mineiro parecer sobre eventuais perdas para os trabalhadores.


Antes de ser encaminhado para a sanção do poder executivo, o PL deve ser revisto pela Comissão de Redação da Câmara de Senhora dos Remédios. O pequeno município da Região Central de Minas tem pouco mais de 10 mil habitantes.



Confirmado depósito do 13º salário dos servidores de Governador Valadares

Vitória dos Servidores
Tão logo anunciado a impossibilidade de pagamento do 13º pela prefeitura, o Sinsem-GV arregaçou as mangas e manifestou publicamente através da imprensa local e nos locais de trabalho sua total indignação para medidas então anunciadas.


Mais do que apenas indignar, o Sinsem-GV mobilizou todos os servidores municipais e ainda organizou uma das maiores manifestações da história do nosso município. Mais do que isso, somou força com os Vereadores(a), Executivo Municipal, direção/conselho do IPREM/GV, Sindicatos e toda sociedade civil organizada na busca de uma alternativa legal para pagamento do 13º salário de todos os servidores municipais.

Natal é um momento de festas e presentes, mas principalmente um momento de união e companheirismo.

Aproveitamos para agradecer as manifestações de apoio que recebemos de toda a sociedade valadarense, da imprensa, do movimento sindical e principalmente dos Vereadores (as), Executivo e IPREM/GV que não mediram esforços para garantir um Natal e Fim de Ano mais digno para todos os servidores e servidoras do município.

Parabéns servidores e servidoras!

Continuem apoiando e fortalecendo o SINSEM/GV. Nossa unidade e mobilização foram fundamentais para garantir o pagamento do 13º salário.

Sinsem-GV – Mais do que nunca: Unidos Somos Força

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20 de dez de 2010

Servidores de Senhora dos Remédios protestam contra cortes de direitos


Servidores Municipais de Senhora dos Remédios, na Região Central do estado, fazem nova manifestação nesta tarde. A vigília acontece na porta da Câmara Municipal, contra a aprovação de alterações no texto da Lei Municipal 918/95.

Segundo a Diretora do Sindicato dos Servidores Municipais, Vanda Aparecida Belo de Assis Santos, atualmente todos os servidores têm direito de complementação salarial. Desde 1995, a prefeitura se compromete a reservar uma dotação orçamentária, para garantir o pagamento integral. O objetivo seria  minimizar os impactos de até 40% nos salários, provocados pela política nacional de aposentadorias e pensões.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Senhora dos Remédios já fez corpo-a-corpo com os nove vereadores do município. Os quatro da oposição prometem votar contra a retirada de direitos. A prefeita Sônia Maria Coelho Milagres (PMDB) foi representada por um advogado em reunião com os trabalhadores. Não houve sucesso nas negociações.

No último sábado (17), os trabalhadores já haviam feito uma manifestação. O município de Senhora dos Remédios tem pouco mais de 10 mil habitantes, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A renda per capita R$ 4.199,82, também de acordo com dados do Instituto.





Jessé Souza traça perfil da nova classe trabalhadora brasileira

O grupo de brasileiros que ascendeu socialmente nos últimos anos e ocupa novo patamar na pirâmide de classes ainda é uma incógnita. Há analistas que o classifica como a nova classe média brasileira, definição refutada pelo sociólogo e professor Jessé Souza, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e autor do livro Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe média trabalhadora? Recém-lançada pela Editora UFMG, a obra é resultado de pesquisa encomendada pela Secretaria de Estudos Estratégicos do Governo Federal.

Confira a entrevista no site da UFMG.






18 de dez de 2010

Produção e abastecimento para superar a fome

Murilo Ferreira da Silva*

Em 2008 houve uma explosão nos preços das commodities agrícolas causando enormes preocupações quanto ao problema da segurança alimentar de populações e nações pobres e com debilidades domésticas, estruturais e tecnológicas, na produção agrícola.



 
Mantendo certa distância dessas preocupações a agricultura brasileira teve motivos de sobra para comemorar. O mercado agrícola em alta levou o país a produzir e exportar mais, como no caso do complexo soja que em 2008 exportou U$ 17,98 bilhões, quase 60% superior a 2007, que foi de U$ 11,32 bilhões e poderá exportar U$ 19,64 bilhões em 2011, isto é, quase quatro vezes mais que em 2001, que foi de U$ 5,29 bilhões (Valor: 7/12/10). Já com relação à receita com exportação de carne de frango o Brasil deve fechar o ano com um aumento de 18,5% sobre o ano passado, isto é, de U$ 6,830 bilhões, segundo Francisco Turra, presidente da União Brasileira de Avicultura – Ubabef (Valor: 10/12/10).

Embora haja uma crise econômica se arrastando desde 2007 nos principais centros da economia mundial – EUA, Zona do Euro, Japão – ela pouco sensibiliza a demanda mundial por alimentos. No sentido contrário são os chamados emergentes os responsáveis por significativos aumentos no último período, pois as taxas de crescimento de suas economias impulsionam a renda e o consumo popular.

Dados do Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola (Fida), da ONU, revelam que melhoras nos últimos 10 anos tiraram 350 milhões de pessoas da pobreza nas áreas rurais, sobretudo na Ásia e em especial na China, e que no Brasil o percentual de população vivendo com U$ 1,25 por dia declinou dramaticamente de 17,7% para 5,2% no período 1988-2008. Alerta, entretanto que persiste o baixo nível de vida entre 70% da população rural de 1,4 bilhões de pessoas nos países em desenvolvimento e que a pobreza ainda é “alarmante” em partes da África.

Parte dos problemas da África é proveniente dos subsídios dos países ricos pagos a agricultores é que solapam a agricultura dos países periféricos. Neste sentido, somente a criação de modernas condições de produção em solo africano pode enfrentar o duplo desafio de atender a demanda interna e produzir com eficiência para enfrentar a concorrência internacional. No último período tem-se observado uma onda de investimentos para a produção agrícola na África, principalmente chineses. Investimentos de empresas brasileiras do setor do agronegócio também estão sendo viabilizados (Valor: 13/12/10).

A China está enfrentando gargalos para o seu abastecimento interno. Ela que exportou pouco mais de cinco milhões de toneladas de milho da safra 2006/2007, terá que importar um milhão de toneladas na safra 2010/2011, segundo estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA – USDA (Valor: 7/12/10). Conforme Chen Xiwen, vice-diretor do Gabinete Agrícola da China, o volume de produtos agrícolas importados pela China demanda mais de 40 milhões de hectares em terras agrícolas no exterior que o país não possui (Valor: 10/12/10).

Mas o Brasil também é parte deste processo de aumento de renda dos pobres e elevação da demanda por alimentos. O governo Lula retirou da faixa de pobreza extrema cerca de 26 milhões de pessoas devido à melhoria de renda e consumo dos mais pobres e aos programas sociais. A classe média também foi alargada. Já no Plano de governo da Presidenta eleita Dilma está que ela pretende eliminar a pobreza extrema até 2014. Este é um fato extraordinário para o Brasil, seu povo e sua economia, onde serão incorporados outros vários milhões ao mercado de trabalho e consumo. Foram também fortes estímulos ao mercado interno que fizeram com que o país ficasse livre da crise de 2009 e retomasse um forte crescimento em 2010, que ficará provavelmente em torno de 8%.

Outro aspecto importante além do aumento da renda de populações de países emergentes em forte processo de crescimento é o aumento da população mundial. Segundo Fidel Castro, em uma aula magna a estudantes em Cuba, a população Mundial cresce um bilhão de pessoas a cada 15 anos e questiona a capacidade do capitalismo em suprir as suas necessidades fundamentais. Nesse contexto internacional conturbado e cheio de incertezas o mundo periférico precisa adotar fortes mecanismos que os proteja dos efeitos perversos da crise dos países ricos, persiga um desenvolvimento soberano, sustentado e ancorado em políticas de distribuição de renda, com melhoria na qualidade de vida e eliminação da pobreza extrema. Sendo assim, haverá uma forte valorização dos mercados internos destes países e o crescimento ainda mais robusto de suas economias.

No Brasil a população aumentou de cerca de 169,8 milhões em 2000 para cerca de 190,7 milhões em 2010, segundo o senso 2010 do IBGE, num crescimento de 12,33%. Mas um dado interessante é que em 20 anos, de 1988 a 2008, a população rural declinou 22%, ficando em 27,6 milhões de pessoas, segundo o Fida. Em relação à produtividade do trabalho agrícola o país cresceu 123,7 %, à frente da China (81,6%); Argentina (60,9%); México (32,2%) e Índia (27,3%) (Valor: 7/12/10). Isso mostra a crescente competitividade da agricultura brasileira, muito devido ao grau de mecanização e de utilização de tecnologias que poupam trabalho humano. Para a China há um tremendo desafio que é o de elevar a produtividade do trabalho agrícola num país cuja população rural chega a 754 milhões de pessoas, isto é, mais de 27 vezes a população rural brasileira. Qualquer nova tecnologia ou processo de mecanização leva ao desemprego e ao êxodo de milhões.

Os dados anteriores revelam que a agricultura brasileira tem se tornado cada vez mais eficiente e competitiva, capaz de enfrentar os desafios da atualidade sem sofrer de forma impactante com o elevado protecionismo dos países ricos. Os benefícios de se ter uma agricultura deste tipo são aqueles advindos de uma produção que aumenta numa escala surpreendente, garantindo para a nação o status de segurança alimentar e em quantidade suficiente para atender o mercado interno e externo, a ponto de frear as pressões inflacionárias e gerar gigantescas divisas que são as maiores responsáveis pelo equilíbrio das contas nacionais, principalmente as reservas em dólares no Banco Central - hoje em torno de U$ 285 bilhões.

Outro debate recorrente diz respeito à utilização de áreas para o plantio de soja e milho e que se destinam à produção de biocombustíveis e o quanto isso coloca em risco a segurança alimentar do planeta. Como resposta a esta questão afirmo que desde a explosão dos preços destas commodities houve uma reação imediata da agricultura brasileira e também argentina, para citar outro exemplo, para suprir a suposta escassez de oferta. Os resultados a que vimos foram os contínuos aumentos na produção e exportação destes produtos por ambos os países.

Outro exemplo: o Brasil cobra na OMC o fim dos subsídios aos produtores de algodão nos EUA. Se isso ocorrer irá nos beneficiar e também beneficiará aos produtores Africanos, pois os preços irão se elevar e tornar o negócio mais atrativo e rentável, tendo como conseqüência uma elevação da produção nestas duas regiões produtoras. Em sentido parecido a explosão dos preços das commodities agrícolas a partir de 2008 impulsionou a produção de soja e milho no Brasil.

Tem-se falado, contudo, em escassez de terra cultivável, o que limitaria a oferta. Mas escassez para quem? Para o Brasil? Para a África? Definitivamente não. Além do mais, como foi citado acima, o aumento da produção brasileira tem se dado muito pelos ganhos de produtividade e não por acréscimos de áreas cultiváveis. Será que é isso que incomoda tanto o setor agrícola dos países ricos? Pode-se imaginar o horror que sentiria um agricultor estadunidense ao ver prosperar um modelo agrícola na África equivalente ao brasileiro, de altíssima produtividade e competitividade internacional.

*Murilo Ferreira da Silva – Diretor do Sindicato dos Professores / SINPRO MINAS e da CTB

17 de dez de 2010

FALSO DILEMA

Marcelino da Rocha*

O anúncio recente de que a Fiat Automóveis destinará 30% dos R$ 10 bilhões que planeja investir no país de 2011 a 2014 à instalação de uma nova unidade no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco, desencadeou uma reação por parte de parlamentares tucanos e demistas em Minas Gerais, que acusam o presidente Lula de ter influenciado a decisão tomada pela montadora em prejuízo dos interesses do Estado que, em 1972, abrigou sua primeira fábrica no país.


Além de bairrista, o posicionamento destes parlamentares traz embutido o que podemos chamar de um falso dilema. Para o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, da maneira como será levada à prática, a partilha anunciada pela Fiat apenas reforça a importância dada à unidade instalada em Minas Gerais. Afinal, os R$ 7 bilhões a serem investidos no Estado consolidam-na como a maior do grupo em todo o mundo. Afora isso, os R$ 3 bilhões que se destinarão à construção de uma nova fábrica em Pernambuco, além de servirem de estímulo à descentralização de riquezas em nosso país, ratificam um dos princípios que têm orientado o governo Lula desde sua posse, em 2003: trabalhar por um Brasil menos desigual, em que mais brasileiros tenham acesso ao emprego e a uma renda mensal que lhes possibilite viver com dignidade.

 O que é importante observar, neste caso, é se todo o investimento que será feito pelo governo de Pernambuco para alojar a nova fábrica será retribuído à altura pela montadora na forma de empregos e salários. Da mesma maneira que esperamos que o investimento previsto para Minas Gerais se reverta também em favor dos trabalhadores que fizeram da Fiat líder do mercado pelo oitavo ano consecutivo e permita multiplicar o número de postos de trabalho na cadeia de fornecedoras de autopeças instalada em seu entorno.

O brado dos parlamentares do PSDB/DEM nos leva ainda a perguntar qual tem sido a preocupação destas bancadas para com as atuais condições de trabalho dos metalúrgicos da Fiat, que, apesar de produzirem mais e com a mesma qualidade, ainda recebem salários inferiores aos que são pagos em outras regiões do país e são alvo de intensa rotatividade da mão-de-obra, que os obriga a conviver com o permanente fantasma da demissão.

Por último, sem abandonar a posição contrária à guerra fiscal que opõe atualmente Estados da Federação, consideramos no mínimo contraditório que estes mesmos parlamentares ainda não tenham se colocado em favor de um debate aprofundado sobre as alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) cobradas atualmente em Minas Gerais, que já levou dezenas de empresas a trocarem o Estado por outras regiões do país. São temas como estes que gostaríamos de ver levados a debate pelos parlamentares mineiros. Pelo bem de Minas Gerais e de seus trabalhadores.


Marcelino da Rocha é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e da FIT Metal, Federação Interestadual dos Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil.

16 de dez de 2010

Chapa da CTB vence eleição sindical em Nova Lima

A chapa da CTB é a vencedora do processo eleitoral no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Nova Lima (Sindserp). Aproximadamente 800 servidores estavam aptos a votar, e 562 compareceram às urnas.

A votação aconteceu nessa quarta-feira, 15 de dezembro. A Chapa 1, “Coragem e Atitude” , teve 427 votos. O grupo oponente teve 103 votos. Segundo o diretor-tesoureiro da entidade, Dinilson Alves, o processo eleitoral foi tranqüilo. O sindicalista agradeceu aos servidores que apoiaram sua chapa.

A Chapa “Coragem e Atitude” ficará na gestão do Sindserp até o ano de 2014. Houve 29 votos nulos e 09 em branco. Nova Lima é um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e tem pouco mais de 75,6 mil habitantes.

Com nova diretoria, Sindicato dos Servidores de BH debate filiação a uma central sindical

A diretoria eleita do Sindicato dos Servidores Públicos de Belo Horizonte (Sindibel) foi empossada nesta quarta-feira, 15 de dezembro. Os discursos foram unânimes em reconhecer os desafios do sindicalismo, devido ao novo quadro instaurado com a ratificação da Convenção 151, que reconhece a organização dos trabalhadores do serviço público e o direito de negociação coletiva.

Célia Lélis foi reeleita “presidenta”, como fez questão de ser chamada. Ela é a primeira mulher a ocupar o cargo. Os servidores públicos de Belo Horizonte formam uma categoria bastante plural, com cerca de 40 mil trabalhadores da administração direta e indireta.

Célia Lélis afirmou que “o momento é de unidade na luta contra a retirada de direitos”. Sua fala tem como pano de fundo pelo menos dois elementos: o avanço de medidas neoliberais na administração de Marcio Lacerda (PSB) e as decisões da categoria no último domingo, encerramento do 2º Congresso do Sindibel.

A deliberação mais repercutida no meio sindical é a não-filiação a nenhuma central sindical. O Sindibel era filiado à CUT. A CTB está representada na nova direção, cujo perfil é híbrido e marcado pela coexistência das centrais.

Servidores devem amadurecer o debate sobre filiação

Para o Diretor Regional Pampulha, Carlos Apolinário, a deliberação do congresso foi madura, e importante para manter a união da  diretoria e da categoria. Ele aposta que será intensificado um debate nessa gestão, possibilitando aos servidores amadurecer seu posicionamento.

A Primeira Secretária, Inês de Oliveira Costa, também acredita na intensificação de um debate salutar, pois os servidores teriam dificuldade para diferenciar as centrais sindicais. “A categoria precisa conhecer o amadurecimento político e a evolução histórica das centrais”, afirma. Inês acredita que uma decisão precipitada poderia implicar em “equívocos” na atuação política do Sindibel.

Célia Lélis informou que o próximo congresso do Sindibel, daqui a dois anos, deve colocar um ponto final neste debate. Outras formas de consulta aos trabalhadores - como o plebiscito - também serão estudadas.

Verônica Pimenta – Jornalista CTB Minas

Câmara de Governador Valadares aprova empréstimo para pagamento 13º salário

Vitória dos Servidores


Câmara aprova empréstimo para pagamento 13º salário

Tão logo anunciada a impossibilidade de pagamento do 13º pela prefeitura, o Sinsem-GV arregaçou as mangas e manifestou publicamente através da imprensa local e nos locais de trabalho sua total indignação para medidas então anunciadas.

Mais do que apenas indignar, o Sinsem-GV mobilizou todos os servidores municipais e ainda organizou uma das maiores manifestações da história do nosso município. Mais do que isso, somou força com os Vereadores(a), Executivo Municipal, direção/conselho do IPREM/GV, Sindicatos e toda sociedade civil organizada na busca de uma alternativa legal para pagamento do 13º salário de todos os servidores municipais.

A solução emergencial com amparo legal encontrada foi a autorização de um empréstimo do IPREM-GV para o Executivo Municipal mediante envio de Projeto de Lei para Câmara Municipal, garantindo o empréstimo e o seu pagamento.

O referido Projeto de Lei do empréstimo foi votado em reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira (15/12/10) e aprovada por unanimidade pelos vereadores.


A aprovação do empréstimo garante que todos os servidores recebam o 13º Salário em dia e ainda a circulação de aproximadamente R$ 13 milhões de reais na principal data do comércio valadarense.


Natal é um momento de festas e presentes, mas principalmente um momento de união e companheirismo. Aproveitamos para agradecer as manifestações de apoio que recebemos de toda a sociedade valadarense, da imprensa, do movimento sindical e principalmente dos Vereadores (as), Executivo e IPREM/GV que não mediram esforços para garantir um Natal e Fim de Ano mais digno para todos os servidores e servidoras do município.

Parabéns servidores e servidoras!

Continuem apoiando e fortalecendo o Sinsem-GV. Nossa unidade e mobilização foram fundamentais para garantir o pagamento do 13º salário.

Sinsem-GV – Mais do que nunca: Unidos Somos Força

13 de dez de 2010

Servidores de Governador Valadares revoltados com cancelamento do 13º salário


O Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV), realiza uma manifestação pública nesta terça-feira (14/12), em repúdio à decisão da prefeita Elisa Costa (PT), que promete pagar o 13º salário apenas no mês de março do próximo ano. A manifestação vai começar às 10h, na porta da prefeitura.


Os servidores vão protestar contra as seguintes medidas:

• Pagamento do 13º salário apenas em março de 2011, sem garantia de depósito integral do salário no referente mês;

• Pagamento de honorários apenas no dia 10 de cada mês. Atualmente, o 1º dia útil é a referência;

• Demissão de todos os contratados a partir de 31/12/2010;

• Restrição do funcionamento da prefeitura entre 12h e 18h;

• Corte de horas-extras.

10 de dez de 2010

Professor, profissão de risco


Entrevista com Gilson Reis, presidente da CTB Minas


O Sinpro Minas (Sindicato dos Professores do estado de Minas Gerais) anunciou hoje que vai lançar um movimento pela paz nas escolas. A decisão é uma das respostas ao assassinato de Kássio Vinicius Castro Gomes, Professor do Instituto Isabela Hendrix, na última terça-feira, dia 7. Ele foi morto por um estudante do 5º período do curso de Educação Física. A defesa do aluno alega que ele tem quadro de sofrimento mental grave. O presidente da CTB Minas e do Sinpro, Gilson Reis, concedeu a entrevista um dia após o crime. Ele destacou que, em 2009, a pesquisa O trabalho e o agravo à saúde do professor da rede privada de ensino de Minas Gerais já apontava o motivo dessa fatalidade: 41% dos professores já sofreram agressões físicas ou verbais dentro da escola. A pesquisa foi realizada em parceria com o Ministério do Trabalho, através da Fundacentro, Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Fitee) e Sindicato dos Auxiliares da Administração Escolar de Minas Gerais (Saae-MG).


Desde quando o Sinpro nota que a violência é um fenômeno dentro das escolas?

Há muito tempo o Sinpro vem observando a crescente manifestação de violência nas escolas privadas, reproduzida pelos nossos professores nas relações do cotidiano. Isso levou a uma situação de tamanha envergadura, que o Sindicato, no ano passado, realizou uma pesquisa onde tivemos a condição de, forma científica, ir ao interior da escola e avaliar. Os dados comprovaram o que a gente já vinha acompanhando: a violência existe, mas infelizmente não é tratada. Esse é um problema que a gente discute desde o ano passado, e até hoje não conseguirmos criar mecanismos de tratar isso com a sociedade, escolas, com os órgãos competentes, no sentido de, se não resolver completamente, pelo menos parcialmente buscar soluções desse nível de agressividade e violência no interior das escolas privadas.
Que tipo de violência os professores mais relatam?

Desde a violência verbal até a consumação de violência física. Há toda uma estratificação de violência como roubo, tráfico de drogas, enfim tudo aquilo que nós também convivemos na sociedade. A escola é parte da sociedade e também reproduz o que observamos nela. O que nos preocupa é que a escola devia ser parte da solução dos problemas da sociedade, porque é no espaço escolar que existe a possibilidade de a gente discutir esses fenômenos e buscar soluções. Então a escola, além de não resolver o seu problema de violência, não contribui para a discussão do conjunto da sociedade. Nesse sentido, ela erra duas vezes.

Com esses casos de roubo, tráfico e constantes agressões físicas, nós estamos falando da violência nas escolas privadas?

Nas escolas privadas. É o que aponta a nossa pesquisa, que traz de forma bastante ampla e aprofundada todas as formas de violência, percentuais, como isso ocorre, as formas de tratamento inexistentes. Enfim, é uma pesquisa bastante completa e precisa ser colocada em evidência. Infelizmente, quando nós anunciamos essa pesquisa há um ano, ela foi considerada algo de sindicalistas, de pessoas que só querem tumultuar, não querem discutir. Mas acho que agora, com essa fatalidade, a banalização da violência chegou ao limite. Penso que a sociedade como um todo, juntamente com o Sindicato, professores, pais e alunos precisam se sentar à mesa para discutir a situação. Não é possível mais a gente tratar o assunto como se ele não existisse, julgando os problemas para debaixo do tapete.

E a violência na escola acontece mais na capital, interior ou a gente pode dizer que é um fenômeno generalizado?

É um fenômeno generalizado. A pesquisa foi feita no estado todo, e violência não tem um local. Evidente, é um problema social também, porque a violência é muito falada nas escolas da periferia, escolas públicas, e o fenômeno ocorre também nas escolas da zona Sul de Belo Horizonte. Porque a violência também está presente lá, como está presente na periferia. E essa que é a questão, nós precisamos debater o assunto e buscar compreender o fenômeno, e intervir para poder buscar soluções imediatas e de médio prazo.

O Sinpro já tinha conhecimento de outro caso de morte de professor ou agresssão física tão forte por parte do aluno?

Óbito é a primeira vez, agora agressões físicas várias vezes tivemos denúncias, encaminhamos, discutimos, (abrimos) ações na Justiça. Nós já vínhamos observando isso ao longo do último período. E a morte desse professor de forma brutal, completamente banal, também é a morte da educação. Por isso que nós precisamos discutir esse assunto. Essa situação não pode ficar meramente no problema criminal ou na esfera da Justiça, ela é muito mais do que isso. Aconteceu no interior da escola um mestre, doutorando, uma pessoa comprometida com a educação, o diálogo e a formação de novas gerações, ser barbaramente assassinado.

Você acha que professor se tornou uma profissão de risco?

Completamente, é uma situação de periculosidade. Foi anunciada a esquizofrenia ou bipolaridade desse aluno. Nós temos dados, por exemplo, da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, que 1% da população tem esquizofrenia, ou seja: para cada cem alunos, um tem problema de esquizofrenia. Nós vamos ficar nessa mediação? Não é o problema de excluir esse aluno, mas é preciso criar mecanismos no interior da escola para absorver esse aluno especial. A relação que existia era de professor-aluno e dá no que deu: essa fatalidade que nós estamos vendo hoje.

Prefeita de Governador Valadares, Elisa Costa (PT) descumpre obrigação de pagar o 13º salário

Nota de Repúdio pelo não pagamento do 13º Salário

O Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (SINSEM-GV) vem a público manifestar total repúdio pelas medidas tomadas pela Prefeitura Municipal de não honrar o compromisso de pagamento do 13º salário dos servidores municipais de Valadares.

Consideramos totalmente descabidas todas as desculpas apresentadas pela prefeita Elisa Costa para não cumprir esta obrigação com os servidores.


Imagem postada no Orkut pelos servidores de Governador Valadares

Neste momento que deveria ser de festa para todos, esta medida irá deixar milhares de famílias de servidores municipais totalmente endividadas.

Além disso, o comércio local também será extremamente prejudicado por esta irresponsabilidade do executivo municipal.

Vale ressaltar que os servidores municipais de Governador Valadares vem recebendo religiosamente em dia seus salários e 13º há mais de 15 anos, sendo que o último atraso de salário só ocorreu no des-governo de Paulo Fernando.

É lamentável a falta de compromisso do atual governo.
 
MANIFESTAÇÃO PÚBLICA


Dia 14/12/10 (Terça-feira), às 10h
Local: em frente a prefeitura
Servidor(a), compareça! Vamos cobrar respeito da prefeita!
SINSEM-GV – Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares

9 de dez de 2010

Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência à Mulher.

Rogerlan Augusta de Morais*

No período de 25 de novembro a 10 de dezembro, (Dia Internacional de não violência contra as mulheres e Dia Internacional dos Direitos Humanos, respectivamente) ocorreram inúmeras manifestações por ocasião dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher. Importante lembrar que dia 20 de novembro é o dia Nacional da Consciência Negra e se discute e denuncia a dupla discriminação sofrida pela mulher negra.

Ocorreu no dia 24 de novembro de 2010, em Brasília, no auditório do Congresso Nacional Nereu Ramos, Manifestação Pública contra a Violência à Mulher promovida pelas Centrais Sindicais juntamente com a Coordenadoria Sindical do Cone Sul- CSCSS.

Foto: Passeata das mulheres trabalhadoras durante o período eleitoral, Láldert Carvalho

Essa manifestação foi importantíssima e contou com a presença de vários seguimentos de defesa da mulher, além da Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) Nilcéa Freire, deputadas(os), e mulheres representando as Centrais Sindicais da Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.

Nesse dia, vários foram os relatos sobre os tipos de violência cometidos contra a mulher expondo os índices altíssimos dessas agressões. Não obstante, termos uma vasta legislação de proteção à mulher, crimes e violências física e emocional continuam a prevalecer em nossa sociedade.

Em especial nessa manifestação, muito se falou na proteção à família. Foi ressaltada insistentemente a preocupação com os/as filhos(as), irmãs(os) que presenciam o espancamento constante de suas mães e irmãs pelas pessoas que na verdade deveriam oferecer carinho, respeito, amor, proteção: os pais e maridos. O que acontecerá com essas crianças no futuro? Reproduzirão a violência presenciada na infância? Serão vítimas de seus maridos? Negarão qualquer tipo de aproximação afetiva? Penso que as conseqüências são inimagináveis.

Foto: Dia da Consciência Negra, 2010. Láldert Carvalho
Essa discussão leva a uma análise muito mais profunda, do que simplesmente criar leis e denunciar a violência. É preciso também tratar as vítimas que na maioria das vezes carregam consigo a doença emocional da rejeição, insegurança, medo, desprezo por si mesma, desesperança, e outros inúmeros sentimentos que impedem uma pessoa de viver feliz e com dignidade.


É importante que a sociedade se indigne com todo tipo de agressão física ou emocional e denuncie essa prática repugnante, ou, do contrário estaremos contribuindo para uma forma de vida retrógrada em que tudo é resolvido pela força física.

Nesse sentido, dezesseis dias de ativismo contra a violência à mulher é um período em que se discute publicamente a questão e é muito importante para não deixar cair no esquecimento, o sofrimento de tantas mulheres que lutam desesperadamente para viver com dignidade. Mas, temos que ter em mente que a sociedade deve abraçar essa causa durante os 365 dias do ano.

* Secretária Geral CTB Minas







Jornal CTB Minas nº 3, dezembro de 2010

























CORAGEM E ATITUDE: Vote na Chapa 1 para a eleição do Sindserp


No dia 15 de dezembro acontecerá a eleição para Diretoria e Conselho Fiscal do Sindeserp. Convidamos os servidores a discutir o serviço público e os rumos do sindicato, com foco na melhoria da qualidade de vida e trabalho.


Para representar uma categoria de trabalhadores é preciso ter algumas qualidades fundamentais. Entre elas, as mais importantes são a coragem e a atitude. Coragem para enfrentar desafios e interesses políticos na luta por maiores e melhores benefícios. Atitude para seguir em frente e não esperar que as coisas caiam do céu.
Assim, chamamos a todos para que tenham coragem e atitude na hora de escolher seus representantes no sindicato. Muito já foi feito, mas a luta não para e contamos com seu apoio para que o servidor continue ganhando.

Para construirmos essa chapa, tomamos o cuidado de apresentar candidatos realmente comprometidos com os interesses dos servidores e dispostos a dedicar seu tempo e suas energias na luta para garantir os direitos trabalhistas e ampliar nossos benefícios. Mesclando experiência e sangue novo, reunimos um time que com certeza vai trazer muito mais vitórias.
 Para o próximo mandato, apresentamos algumas propostas. Ressaltamos que esta não é uma lista fechada, nos comprometemos em manter o posicionamento de sempre ouvir a base para a construção de nossa pauta de reivindicações.

Assim, propomos a luta:

§ Retorno do Plano de Cargos e Salários à Câmara Municipal para correção de irregularidades.
§ Revisão do piso salarial dos Técnicos em Edificações, Técnicos em Enfermagem, Assistentes e Auxiliares Administrativos, Vigilantes, Fiscais Municipais e Auxiliares de Serviços em Saúde (ASS).
§ Garantir maiores índices de reajustes salariais.
§ Adequação do abono de 3 dias nas férias aos servidores da Educação.
§ Construção da proposta de calendário escolar em conjunto com os servidores.
§ Eleição para diretores escolares.
§ Definição dos cargos em comissão ocupados por servidores efetivos através de processo seletivo interno.
§ Horas extras com 100% e combate ao banco de horas.
§ Garantia de benefícios em dobro para o servidor que tem dois vínculos.
§ Revisão dos pisos salariais e benefícios dos servidores da Câmara Municipal.
§ Garantia dos mesmos benefícios dos servidores da estrutura para os que estão cedidos a outros setores.
§ Rescisão indireta em virtude da idade com todos os direitos.
§ Realizar pesquisa entre os servidores para definição das demandas prioritárias.
§ Garantia do apostilamento dos servidores efetivos que ocupam cargos em comissão há mais de dez anos.
§ Ampliação da participação dos servidores da saúde.
§ Atendimento periódico do sindicato nas Regionais.
§ Vale refeição garantido a todos os servidores.
§ Pagamento de bolsa, acompanhado de direito a 2 folgas em campanhas de vacinação, a exemplo do que ocorre em outros municípios e como já ocorreu em Nova Lima.
§ Reuniões mensais nos locais de trabalho, com a participação dos servidores, representantes do sindicato e das chefias, para que todos possam manifestar suas opiniões e apresentar sugestões.
§ Implementação de um programa sério de saúde e segurança, com ampla participação dos servidores, do sindicato e da CIPA.
§ Realização da SIPAT.
§ Uniformes para os funcionários do Poliesportivo dos Cristais e para todos que ainda não receberam - estes uniformes devem ser iguais para os funcionários de cada setor.
§ Reconhecimento da profissão de Jardineiro, como forma de valorizar os profissionais da área e o exame prático a que todos se submeteram antes de assumir a função.
§ Buscar alternativas de Plano de Previdência Privada.
§ Atendimento de equipe de enfermeiros e médicos nos locais de trabalho, duas vezes por semana, para controle das condições físicas e de saúde dos servidores.
§ Ampliação do programa de Ginástica Laboral, com atividades realizadas em mais dias da semana e em mais locais de trabalho.
§ Contratação de funcionário para executar as funções administrativas e auxiliar no departamento de comunicação do sindicato.
§ Campanha para construção da sede própria do SINDSERP.
§ Realizar cursos, palestras, debates, seminários e congressos sobre temas variados.
§ Ampliar parcerias para especialização, pós graduação e outros cursos que ampliem a escolaridade do servidor.
§ Buscar a implementação de uma biblioteca para o servidor.
§ Buscar a implementação de projetos que visem ao bem estar e à boa saúde do servidor.
§ Melhoria no atendimento de saúde para o servidor, como ocorria na época do PACS.
§ Definição da supervisão dos ACE e ASS através de processo seletivo.
§ Registro de ponto eletrônico para todos os servidores e nos locais de trabalho.
§ Melhorias na estrutura dos locais de trabalho, com mobiliário e ferramentas modernas e adequadas, disponibilização de uniformes e EPI.
§ Extrato mensal do cartão transporte (Via Ouro e Ótimo).
§ Criação de Espaço de Promoção da Saúde.
§ Promoção da inclusão social, através de locais para acesso gratuito à internet e desenvolvimento de outros projetos.
§ Combate e erradicação do assédio moral.
§ Gratificação por extensão de escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto.
§ Funcionamento 24 horas por dia do PA Jardim Canadá, ampliando o quadro de profissionais e os serviços disponibilizados, como RX, laboratório e urgência odontológica, principalmente nos finais de semana.
§ Ampliação do espaço de trabalho no PA Jardim Canadá, com locais adequados para trabalho, atendimento à população, descanso e refeições.
§ Descentralização dos serviços humanos e das secretarias para entrega de vales refeição, cestas e outros benefícios.
§ Procedimento justo e criterioso nas avaliações de desempenho.
§ Fim dos desvios de função.

Conheça a Chapa 1 - Coragem e Atitude:

§ Letícia Araújo – SEMED
§ Érika de Souza – Laboratório Municipal
§ Michelle Bruna – Fiscal Municipal
§ Dinilson Guedes – SEMED
§ Patrícia Ribeiro – Secretária Escolar
§ Claudinei Batista – Meio Ambiente
§ Marcelo Acácio – ACE
§ Ana Cláudia – Zoonoses
§ Fabrício Ribeiro – Motorista
§ Elisângela Silva – PA
§ Igor Melo – ACE/Jardim Canadá
§ Julieta Martins – Servente Escolar
§ Cláudio Guedes – Vigilante
§ Ivone Marques – Enfermeira
§ Elmo Costa – SEMOS
§ Gisalda Horta – Fiscal Municipal
§ Geraldo Ferreira – Jardineiro
§ Ademilde Goulart – Professora
§ Jorge Ely – SEMOS/CIPA
§ José Gustavo – SEMEL
§ Laércio Rocha – SEMOS

No dia 15 de Dezembro
Vote Chapa 1

Rodoviários de BH reforçam luta classista em congresso sindical


Os trabalhadores do transporte rodoviário de Belo Horizonte e Região Metropolitana de Belo Horizonte realizam nesta semana o 7º Congresso da categoria.  O tema é “Persisitir na luta classista e combativa. Avançar na conscientização política, organização e mobilização”.
Segundo o coordenador político do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região, Denílson Dorneles, participam 275 delegados. Outras 35 pessoas também estão inscritas como observadores. 
Denilson Dorneles na greve dos Rodoviários de BH e Região em março de 2010.
 O Congresso começou ontem, com o debate sobre a situação do Brasil após as eleições gerais.  Hoje pela manhã, os rodoviários discutiram a importância da comunicação no movimento sindical, e as diferenças entre a imprensa sindical e a imprensa operária.
Todos os temas estão costurados pela questão da luta classista, conforme explicação de Denílson Dorneles. “A gente sempre fez esse debate e estamos mostrando que não adianta o rodoviário pensar só na nossa categoria. Se todos trabalhadores tiverem unidade, teremos condições de conquistar nossas reivindicações, melhores condições de salário e trabalho”, explica.
O Secretário de Comunicação e Imprensa da CTB Minas, Gelson Alves, participou do primeiro dia de trabalhos. Para Gelson, é louvável o investimento do sindicato na formação classista. “Eles estão muito atentos a questões que dizem respeito ao dia-a-dia dos trabalhadores, lutas das categorias e o que acontece nos locais de trabalho”.
O 7º Congresso dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana termina na manhã do próximo sábado, dia 11. O encontro acontece até o próximo sábado, dia 11 de dezembro, no Clube Celfos (Rua Salvador Cosso, nº 85, Bairro Nacional, Contagem). 

Bancos geram 17 mil empregos até setembro. Mas rotatividade reduz salário

Fonte: Dieese

No terceiro trimestre deste ano, foram gerados 8.071 novos vínculos empregatícios no setor bancário. Entre janeiro e setembro de 2010, o saldo nacional de empregos formais no setor registrou a criação de 17.067 novos postos de trabalho. Este número contrasta com os resultados do mesmo período de 2009, quando foi observada redução de 2.076 vagas. Na comparação com o saldo de 2.201.406 postos gerados em todos os setores da economia, os bancos contribuíram com apenas 0,77%.

Estes são os principais resultados da sétima edição da Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), desenvolvida pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (CONTRAF).
A pesquisa acompanha a evolução do emprego nas instituições bancárias a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Acesse aqui a íntegra do estudo.













6 de dez de 2010

CTB Minas chega a 70 filiações em novembro


A Diretoria Plena da CTB Minas realizou a reunião de balanço do ano de 2010 na última sexta-feira, 3 de dezembro. A avaliação do Planejamento Estratégico Situacional (PES) foi positiva, com todas as metas cumpridas integral ou parcialmente nos quesitos "Eleições", "Comunicação Social" e "Formação Sindical". O saldo parcial, até o mês de novembro, é de 70 sindicatos e federações filiadas. O número pode chegar a 100, ainda neste ano, segundo documento aprovado pela Diretoria.


Da esquerda para direita: Zito Vieira (ex-candidato a Senador), Gilson Reis (presidente CTB Minas) e Deputado Carlin Moura

A CTB intensificou o trabalho com servidores públicos municipais e trabalhadores rurais. O diretor Adelmo Rodrigues destaca que os avanços são, em boa parte, por causa do trabalho de formação sindical, consolidado em 2010. Mas ele acredita que a CTB "precisa trabalhar mais para congregar trabalhadores do campo e da cidade". Adelmo destaca que a maioria dos 853 municípios mineiros têm sindicatos de trabalhadores rurais, e boa parte não é filiada a nenhuma Central Sindical.

Diretores defendem organização dos trabalhadores rurais

O Secretário Adjunto Marcus Gennari destacou que a proximidade com os rurais ocorre para proteger as conquistas da categoria. Gennari está preocupado com a tentativa permanente de provocar um racha na organização, especialmente no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. "Há, por parte de uma outra central, a busca de dividir os rurais, tentando criar novos sindicatos e uma federação de trabalhadores na agricultura familiar". Atualmente, os trabalhadores rurais assalariados e da agricultura familiar estão organizados unicamente na Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg). Muitas pessoas são atraídas pela promessa de que uma nova federação ajudaria a captar mais recursos.



A Secretária de Política Agrícola e Agrária, Maria Rita Fernandes de Figueiredo, avalia que a dificuldade concreta de acesso e luta pela terra é o principal motivo por que a falsa organização sindical atrai muitos trabalhadores. Eles confiam nas promessas fáceis e se perdem na discussão. "A gente precisa ter a capacidade política de gerir essa demanda no campo. Não precisamos de companheiro que fique atrás do balcão simplesmente fazendo despachos que já são feitos pelo Ministério do Trabalho", afirma.

O PES da CTB Minas programa as ações sindicais até maio de 2011. A reunião da Diretoria Plena contou ainda com a presença do deputado estadual Carlin Moura (PCdoB) e do deputado eleito Celinho do Sinttrocel, do mesmo partido. Celinho é o único sindicalista na Assembléia de Minas Gerais.

Redação: Verônica Pimenta - Jornalista CTB Minas