31 de jan de 2017

Centrais Sindicais fazem ato de apoio à Garra Metalúrgica



Na reta final da eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região, as Centrais Sindicais - CTB, UGT, Força Sindical e Nova Central - realizam ato de apoio à Chapa 1 (Garra Metalúrgica). O ato foi realizado nessa terça (30), em frente à portaria da Fiat Automóveis. 

As lideranças sindicais reconhecem o trabalho combativo da atual gestão e o papel protagonista que os metalúrgicos de Betim conquistaram no movimento sindical. As Centrais Sindicais que apoiam a Chapa 1 também destacam a postura democrática e transparente que os membros da Garra Metalúrgica conduziram a campanha. 

As eleições começam amanhã (01/02).

Curta a página da Chapa 1 - Garra Metalúrgica no Facebook: Clique aqui

26 de jan de 2017

Ato relembra 13 anos da Chacina de Unaí

Mesmo condenados a 100 anos de prisão, envolvidos no crime estão em liberdade



13 anos após do assassinato de três auditores fiscais e um motorista que faziam fiscalização das condições de trabalho nas fazendas de Unaí, a justiça ainda não foi feita. Para lembrar a chacina, as Centrais Sindicais organizam Ato Público para próxima segunda-feira (30). 

Veja abaixo a carta assinada pela CTB, UGT, Nova Central, CUT, Intersindical e Força Sindical:  


Centrais Sindicais farão ato de apoio à Chapa 1 - Garra Metalúrgica em Betim


As Centrais Sindicais - CTB, CSB, UGT, Nova Central e Força Sindical - fecharam apoio à chapa 1 - Garra Metalúrgica que concorre a eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e região. 

Na próxima segunda (30/01) às 14 horas na Rotatória da Portaria 5 da Fiat Automóveis as Centrais farão ato de apoio a chapa. A eleição da nova direção será realizada nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro.

Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região é uma das mais tradicionais agremiações sindicais do Brasil, tendo sido até mesmo fechado pela ditadura por sua combatividade em defesa dos trabalhadores. Em 2017, ele será palco de uma grande disputa eleitoral, em que a histórica chapa “Garra Metalúrgica”, a Chapa 1, defenderá mais uma vez a linha do sindicalismo classista e aguerrido.

Metalúrgicos prestigiam lançamento de revista que conta 40 anos de história do Sindicato



Em solenidade que reuniu metalúrgicos e seus familiares, lideranças sindicais e autoridades do cenário político, o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região lançou, neste domingo (22), uma revista comemorativa dos 40 anos de história da entidade, completados no dia 29 de dezembro de 2016.

O evento foi realizado no auditório da nova sede do Sindicato, localizada no bairro Vila Recreio, em Betim, que, em breve, deverá ser inaugurada para estar à disposição da categoria, em um espaço mais amplo e moderno, cujo projeto de construção é do renomado arquiteto Gustavo Penna.


A publicação traça uma radiografia das quatro décadas de existência do Sindicato, rememorando os principais acontecimentos, as lutas e conquistas dos metalúrgicos desde a fundação da entidade até os dias atuais.

“Além de ilustrarem momentos importantes de nossa história recente, os 40 anos de resistência e luta do Sindicato provam que a conquista de condições dignas de trabalho depende da capacidade que os trabalhadores têm de se reconhecerem como classe explorada e se organizarem coletivamente para a ação”, diz o texto de abertura da revista, produzida pela Prefácio Comunicação e cujas reportagens e redação ficaram a cargo do jornalista Alexandre Magalhães, profissional com significativa experiência no mundo sindical.

Em seu discurso durante o lançamento da revista, o presidente do Sindicato, João Alves de Almeida, destacou a importância do trabalho desenvolvimento pelos metalúrgicos em Betim, município que é um dos mais relevantes pólos automotivos do país. Neste sentido, segundo o sindicalista, não é possível dissociar a história dos metalúrgicos e do próprio Sindicato do desenvolvimento e crescimento da cidade.

“Betim cresceu e se desenvolveu, tornando-se um dos mais importantes pólos da indústria automotiva e do setor metalúrgico do país, graças, principalmente, ao trabalho dos metalúrgicos. Quando os metalúrgicos ganham, Betim também ganha. Com esta revista, rememoramos toda a rica história de lutas dos metalúrgicos e, também, enaltecemos a magnitude do trabalho desta categoria, tão importante para o crescimento do município e também do Brasil”, acentuou o presidente do Sindicato. 

Presente ao evento, o prefeito de Betim, Vittorio Medioli, também ressaltou a importância dos metalúrgicos para o crescimento do município - destacada na publicação, elogiou a história de luta dos trabalhadores da categoria, bem como parabenizou a entidade pela construção da nova sede.

Para Pascoal Carneiro, secretário de Previdência, Aposentados e Pensionistas da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), sobretudo a partir do momento em que o governo Temer assumiu o presidência da República, com o impeachment de Dilma Rousseff e o golpe na democracia, começou, em todo o país, um discurso em que se exaltavam as possibilidades de mudanças que, na verdade, ao contrário de oferecerem o “novo”, criam uma atmosfera de inquietude e incerteza entre os trabalhadores.


“Todo mundo dizia que a mudança era bem-vinda. Só que quem está pagando um alto custo por estas mudanças são os trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou o dirigente da CTB, durante evento de lançamento da revista dos 40 anos de história do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, no último domingo (22), em Betim. 


A deputada federal Jô Moraes (PCdoB-MG), por sua vez, enfatizou a rica história de lutas e conquistas dos metalúrgicos no município e o envolvimento da entidade nos principais momentos políticos do país, também realçados na publicação, e frisou a importância das mulheres metalúrgicas nesta trajetória. 


Homenagens a ex-presidentes do Sindicato

Durante a solenidade de lançamento da revista dos 40 anos do Sindicato, um momento emocionante foi a homenagem simbólica prestada aos ex-presidentes da entidade, como ao metalúrgico Nadir Pinheiro, que estava presente ao evento, primeiro a ocupar a presidência da instituição, em dezembro de 1976, após a obtenção da chamada Carta Sindical.

Para marcar o momento e representar todos os ex-presidentes que comandaram a entidade, foi escolhido para discursar o hoje advogado trabalhista Edmundo Vieira, que, então metalúrgico da FMB (atual Teksid do Brasil), encabeçou a chapa Garra Metalúrgica e assumiu a presidência do Sindicato, em 1987.

“Naquele momento, a Garra Metalúrgica, acreditava que os metalúrgicos de Betim e região precisavam de um sindicato para levar a luta econômica às últimas consequências e, ao mesmo tempo, se posicionar firmemente em defesa dos direitos como saúde, educação, moradia e liberdade para se manifestar. Esta conduta, não temos dúvida, é o que continua dando norte à atuação desta atual diretoria à frente do Sindicato”, reforçou. 

Durante seu discurso, Edmundo Vieira fez uma menção especial a todos os ex-presidentes do Sindicato. “Tenho certeza plena e absoluta de que Nadir jamais imaginou que aqueles parcos centavos, aquele pouco dinheiro que o sindicato arrecadava e com foi gerido com seriedade, com austeridade, e depois José Onofre que sucedeu Nadir, bem como o Paulinho nem Marcelino nem João Alves, tampouco eu mesmo podíamos imaginar que esta sede será construída com esta magnitude”, destacou. “É preciso manter viva a história desta categoria e deste sindicato”, ressaltou. 


Também estiveram presentes no evento importantes parlamentares do PCdoB, tais como a deputada federal Jô Moraes, o deputado estadual Geraldo Pimenta e os vereadores Gilson Reis (Belo Horizonte) e Tiago Santana (Betim), além de lideranças sindicais, comunitárias. 


Após o lançamento da revista, os metalúrgicos e demais convidados participaram de um coquetel festivo e puderam conhecer as dependências da nova sede da entidade.



Fonte: Imprensa do Sindicato Dos Metalúrgicos de Betim e região 

25 de jan de 2017

Dia do aposentado é marcado por denúncia ao confisco da previdência




Um protesto contra a reforma da previdência proposta por Temer marcou o Dia dos Aposentados nesta terça-feira (24) na capital mineira. As Centrais Sindicais - CTB, UGT, Nova Central e Força Sindical, Conlutas, CSB e CUT - denunciaram à população o confisco que o governo golpista pretende fazer na previdência social. O ato público aconteceu às 12 horas na Praça Sete, coração de Belo Horizonte. 

Entre as maldades da mudança, se a reforma passar, ficará quase impossível o trabalhador receber a aposentadoria integral. O forte apelo privatista da proposta foi questionado pelos sindicalistas. A reforma que já está preparada para tramitar no Congresso Nacional sofre uma enxurrada de criticas em todos os pontos de alteração que representa a demolição da previdência no Brasil.

O ato público realizado pelas Centrais Sindicais em Belo Horizonte também contou com a participação da recém-criada Frente Popular Mineira em Defesa da Previdência Social. Com a representação de dezenas de entidades sociais e sindicais, a Frente foi instituída no dia 10 de janeiro para organizar ações que combatem as propostas da reforma de Temer e dialogar com a sociedade as consequências nefastas que as mudanças representam.     


23 de jan de 2017

No dia dos aposentados, trabalhadores mineiros irão manifestar contra o desmonte da previdência





O Dia dos Aposentados, comemorado em 24 de janeiro, esse ano é simbólico e uma data de luta contra o desmonte da previdência social proposto por Temer. As Centrais Sindicais em Minas – CTB, UGT, Força Sindical e Nova Central – convocam a classe trabalhadora para o Ato Contra a Reforma da Previdência no dia 24/01 na praça Sete com concentração às 11 horas. A população precisa se levantar contra essa proposta de mudanças na aposentadoria que fará o brasileiro trabalhar mais e ganhar menos. 

No dia 07 de dezembro, o governo Temer enviou para o Congresso Nacional o projeto da Reforma da Previdência. Em síntese, a proposta altera para pior todas as possibilidades de aposentadoria para o trabalhador contribuinte do INSS. A proposta elimina a aposentadoria por tempo de contribuição, cria a idade mínima de 65 anos. Além da idade mínima para se aposentar, a reforma exige 49 anos de contribuição e não faz distinção entre mulheres, homens, trabalhador urbano ou rural. Temer, que recebe aposentadoria desde que tinha 50 anos quer que os brasileiros trabalhem mais indistintamente.

O desmonte da aposentadoria também quer alterar a aposentadoria especial e por invalidez que passarão, se a reforma for efetivada, a ser sempre proporcional. É o trabalhador, no momento que mais precisa do INSS, descobrir que vai ganhar menos.

A população brasileira precisa ser rápida na resposta ao governo. É por isso que as Centrais Sindicais – CTB, UGT, Nova Central e Força Sindical – convocam o protesto nas ruas contra a reforma da previdência. Em fevereiro a proposta de Temer volta a ser discutida na Câmara dos Deputados e a tramitação deve ocorrer rápido. A pressão social é que pode conseguir ser o freio contra a PEC da maldade.

Veja a publicação assinada pelas Centrais Sindicais feita nos 
jornais mineiros: 
 

18 de jan de 2017

Oposição parte para agressão física e mentiras no Sindicato dos Metalúrgicos de Betim


A eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região (MG), que acontece nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro, vem se tornando motivo para uma série de ações deploráveis por parte da chapa de oposição. O clima tranquilo do início do ano vem sendo substituído por uma tensão crescente entre o grupo atualmente no comando, da “Garra Metalúrgica”, e a chapa de oposição criada pelo Central Única dos Trabalhadores (CUT).
“A CUT montou esse grupo e trouxe pra cá pessoas de fora, de outros estados, inclusive alguns que são conhecidos como ‘seguranças’. Esses ‘seguranças’ já ameaçaram muitos companheiros nossos. Eles foram até a casa do tesouro do Sindicato no sábado, Edgar Lopes, ameaçá-lo na própria casa!”, contou o secretário de Previdência da CTB, Pascoal Carneiro. “Em outra ocasião, eles fecharam com o carro um companheiro da nossa chapa e tentaram agredí-lo no meio da rua. Ele se trancou no carro e conseguiu escapar, mas só porque ele conhece bem a cidade. Teve que despistá-los”, continuou.
Para Pascoal, as práticas condenáveis da oposição simboliza o desespero diante do apoio que a Chapa 1 vem recebendo. “Essa prática de bate-pau de eleição nós não admitimos. A nossa chapa é formada por gente da base, porque a CTB quer fazer crescer a luta de classes e a cosciência dos trabalhadores. Nós queremos uma eleição limpa, sadia, com debates de ideia e discussão política”, concluiu.
Anteriormente, a chapa concorrente já havia demonstrado sua falta de preparo ao tentar disseminar uma mentira entre os trabalhadores de Betim, que envolvia um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal para a construção da nova sede. O boato só foi desmentido depois que o presidente do Sindicato, João Alves, visitou a Superintendência da CEF para emitir uma certidão que provava o contrário. “A sede foi construída com a contribuição dos trabalhadores, mais nada. Tudo bem fazer críticas, mas não dá inventar assim”, desabafou. “Nós seguimos o estatuto do sindicato à risca!”.
Tradição classista
A histórica chapa “Garra Metalúrgica” participa das eleições do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim desde 1987, quando se reinstalou ali uma das mais tradicionais agremiações sindicais do Brasil. Ela tem um histórico amplo entre os metalúrgicos locais, tendo sido fundamental no combate à ditadura. Em 2017, defende mais uma vez a linha do sindicalismo classista e aguerrido.
Sendo um sindicato fundador da CTB, o sindicato é de fundamental importância para a defesa dos interesses dos trabalhadores na região. A CTB auxilia no processo eleitoral através da representação do presidente da CTB-Minas, Marcelino Rocha, e do Secretário Nacional de Previdência, Pascoal Carneiro.
Portal CTB

Boulos é liberado; personalidades de todas as áreas se solidarizam com líder do MTST


O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, recebeu amplo apoio popular dos mais diversos setores da sociedade brasileira após ser preso nesta terça-feira (17), em São Paulo. Ele foi liberado da 49ª Distrito Policial no final da tarde de hoje. Boulos recebeu ativistas, defensores dos direitos humanos e políticos, como o vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT).
Nas redes sociais, personalidades prestaram solidariedade ao líder do MTST, que foi detido pela polícia "por incitação à violência e desobediência civil" enquanto mediava uma reintegração de posse na zona leste da capital, conduzida com truculência pela Polícia Militar de SP e que desalojou 700 famílias, cerca de três mil pessoas, de uma área abandonada há mais de 40 anos.
A sua prisão foi para os trending topics do Twitter, e ficou entre os assuntos mais comentados do dia, com repercussão em todo o país. A maioria das mensagens destaca o direito à livre manifestação e denuncia a criminalização dos movimentos sociais.
"Em terra de ladrão de merenda, vai preso quem luta por moradia", escreveu Duvivier

17 de jan de 2017

CTB denuncia prisão do coordenador do MTST, Guilherme Boulos




O coordenador nacional do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos, foi detido pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (17), durante a reintegração de posse na Ocupação Colonial, em São Mateus, zona leste de São Paulo, que abrigava três mil pessoas, a maioria idosos e crianças. 

Boulos tentava mediar o conflito entre moradores e policiais quando foi preso. Segundo informações da Mídia Ninja, a Tropa de Choque “estava violentamente removendo as 700 famílias” e ainda denunciam que, segundo a polícia, o líder “está marcado e que tem gravações da participação dele em atos Fora Temer”. 

Para o secretário de Políticas Sociais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Rogério Nunes, este ato de arbitrariedade contra Boulos tem como objetivo a criminalização dos movimentos sociais. 

“A CTB se solidariza e exige a imediata libertação de Guilherme Boulos”, expressou o dirigente. 



O Portal da CTB divulgou a nota do MTST sobre a prisão absurda de Boulos. Veja aqui 

Alô, Fórum de Davos: 8 mais ricos do mundo detêm riqueza igual à de 3,6 bilhões de pessoas



As desigualdades econômicas no mundo deram novo salto no ano de 2016. Relatório da ONG britânica Oxfam divulgado nesta segunda (16), véspera da abertura oficial do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, revela que o patrimônio de oito pessoas no planeta é igual à soma total dos recursos da metade mais pobre da população mundial.
Bill Gates, fundador da Microsoft, lidera, com uma fortuna estimada em US$ 75 bilhões. 
"É indecente que tanta riqueza esteja concentrada nas mãos de uma minoria tão pequena. Hoje, uma em cada dez pessoas no mundo vive com menos de US$ 2", afirmou uma porta-voz da Oxfam, Manon Aubry.
O relatório, intitulado "Uma economia a serviço dos 99%", revela como as grandes empresas e os indivíduos mais ricos exacerbam as desigualdades, ao sonegar impostos, explorar um sistema econômico desigual, que reduz salários e aumenta os rendimentos para os acionistas".
A Oxfam, que tradicionalmente denuncia as crescentes desigualdades por ocasião do Fórum de Davos, adverte neste ano sobre o fato de, em diversos países do mundo, existir uma forte pressão pela redução salarial e de direitos sociais, assim como um aumento em benefícios fiscais às empresas e de recursos em paraísos fiscais.
"As empresas otimizam seus lucros, especialmente aliviando o máximo possível sua carga fiscal, privando os Estados de recursos essenciais para financiar as políticas e os serviços necessários para diminuir as desigualdades", destaca o documento.
A ONG convoca os governos a reagir promovendo uma economia mais humana. "Quando as autoridades políticas deixarem de estar obcecadas pelo PIB, se concentrarem no interesse de todos os cidadãos e não apenas de uma elite, será possível um futuro melhor para todas e todos", afirma Aubry.
No ano passado, a Oxfam havia denunciado que o patrimônio acumulado do 1% mais rico do mundo havia superado em 2015 os 99% restantes com um ano de antecedência em relação ao previsto. 
Os oito mais ricos do mundo:
Bill Gates, americano, fundador da Microsoft: US$ 75 bilhões
Amancio Ortega, espanhol, fundador da Zara: US$ 67 bilhões
Warren Buffett, americano, CEO e e sócio da Berkshire Hathaway: US$ 60,8 billhões
Carlos Slim Helu, mexicano, dono do Grupo Carso: US$ 50 bilhões
Jeff Bezos, americano, presidente da Amazon: US$ 45,2 bilhões
Mark Zuckerberg, americano, fundador do Facebook: US$ 44,6 bilhões
Larry Ellison, americano, cofundador e CEO da Oracle: US$43,6 bilhões
Michael Bloomberg, americano, dono da Bloomberg LP: US$ 40 bilhões 

Portal CTB
Foto de Jonathan McIntosh

16 de jan de 2017

CTB organiza chapa histórica nas eleições do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim



Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região é uma das mais tradicionais agremiações sindicais do Brasil, tendo sido até mesmo fechado pela ditadura por sua combatividade em defesa dos trabalhadores. Em 2017, ele será palco de uma grande disputa eleitoral, em que a histórica chapa “Garra Metalúrgica”, a Chapa 1, defenderá mais uma vez a linha do sindicalismo classista e aguerrido. A CTB trabalha com os diretores da chapa através da representação do presidente da CTB-Minas, Marcelino Rocha, e do Secretário Nacional de Previdência, Pascoal Carneiro.
A eleição da nova direção será realizada nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro.
“A proposta principal [da Chapa 1] é a de manter as conquistas que nós tivemos, justamente neste momento tão difícil para os metalúrgicos. Betim é um polo de desenvolvimento da indústria automotiva no Brasil, e foi muito atingida pelas consequências do golpe no ano passado", explicou o atual presidente do Sindicato e candidato a reeleição, João Alves. "Agora o que nós temos que fazer é enfrentar o desemprego de frente, tentando negociar com o poder público e com as montadoras medidas que favoreçam o crescimento econômico”, continuou.
Para o dirigente, a estratégia de resistência metalúrgica deve conjugar duas frentes: a negociação minuciosa com os empresariado e um esforço constante de conscientização da categoria.
Ele conta que, apesar de ter reparado em um afastamento da categoria das discussões sindicais por conta da crise, as propostas feitas pela chapa têm encontrado boa recepção entre os trabalhadores. “A construção da sede própria do sindicato, que nós vamos entregar agora no dia 22 de janeiro, deu uma identificação à categoria, especialmente entre os associados aposentados”, complementa.
Para Marcelino Rocha, o processo de formação da chapa acertou em cheio ao fazer a mescla entre antigos companheiros da luta sindical e novos trabalhadores, mantendo o processo de formação permanente. A “Garra Metalúrgica” existe em Betim desde 1987, e desde o princípio mantém a mentalidade classista. Daí surge a grande necessidade de trazer novos quadros.
“É um grupo histórico para nós, do sindicalismo classista, e por isso o envolvimento da CTB é completo. Nós inclusive destacamos o companheiro Pascoal para ajudar na coordenação da campanha, porque compreendemos a importância dos Metalúrgicos de Betim”, lembrou Marcelino. Mesmo tendo vencido as duas últimas eleições, o presidente da CTB-MG enxerga uma responsabilidade redobrada de manter esta gestão durante a crise brasileira, pelas tentativas cada vez mais ferozes do governo Temer em atacar os direitos trabalhistas.
Boatos e mentiras da oposição
A chapa concorrente, organizada pela Central Única dos Trabalhadores, tentou recentemente ganhar parte dos trabalhadores com uma mentira, já desmascarada, que envolvia um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal para a construção da nova sede. O boato foi espalhado com tanta rapidez que foi necessário que o presidente do Sindicato fosse à Superintendência da CEF para emitir uma certidão desmentindo a história. Isso, conta João Alves, deixou o clima mais tenso.
“A sede foi construída com a contribuição dos trabalhadores, mais nada. Tudo bem fazer críticas, mas não dá inventar assim”, desabafou. “Nós seguimos o estatuto do sindicato à risca!”.
Pascoal disse que, apesar do caso, o ruído foi contido em tempo. “Estamos confiantes. A eleição está tranquila, a chapa está muito unida, estamos indo direto nas fábricas e fazendo campanha na rua, encontramos muito apoio - especialmente dos aposentados da categoria. A previsão é muito positiva”, explica o secretário da Previdência da CTB.
Ele reafirmou seu compromisso com a disputa. “Eu estou aqui como representante da Executiva Nacional da CTB, o envolvimento da Central é total. Estamos dando apoio político e de organização, pois este é um sindicato fundador da CTB, é de fundamental importância. São companheiros combativos, defensores dos direitos dos trabalhadores metalúrgicos”, disse. O dirigente vai acompanhar o processo de perto, até que seja confirmada a nova direção do Sindicato.
Portal CTB

Para presidente da CTB, atual conjuntura exige unidade e resistência do movimento sindical



Os desafios do sindicalismo na atual conjuntura político-econômica do Brasil foi tema de debate na manhã desta, sexta-feira (13), no 33º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O presidente da CTB, Adilson Araújo, falou aos participantes sobre política sindical e as necessidades que o atual momento impõem.
"O tempo político mudou, a conjuntura é nova, complexa, difícil. Esse ambiente vai exigir do movimento sindical vigilância, resistência. Nós não podemos achar que vai ser simples resolver esse problema. Temos que somar forças e começar a discutir como é que vamos destravar essa luta", indicou. 
Araújo ainda chamou a atenção para a insatisfação das classes populares: “Estamos diante de uma derrota de caráter estratégico. Temos que valorizar nosso papel no sentido de disputar mentes e corações desse povo brasileiro tão sofrido.
Para o dirigente nacional, o problema não pode ser apenas atribuído aos governos, mas também para a falta de pressão. Em referência ao Frei Betto, pontuou que “governo e patrão é igual feijão, se não botar pressão não amolece” e frisou que faltou mais pressão do movimento social e sindical.

Presidente da Fetaemg pede apoio de deputados federais contra a reforma da previdência



Dando continuidade às ações da Fetaemg contra a reforma da previdência social, o presidente da Federação, Vilson Luiz da Silva, reuniu-se na manhã desta quinta feira (12/01), com o deputado federal Zé Silva para dialogar sobre a possível reforma da previdência.
Vilson pediu o apoio do congressista, para que ele vote contra a PEC 287, cujo texto prevê alterações nas regras de aposentadoria que prejudicam, principalmente, a classe trabalhadora rural. Dentre as principais mudanças estão a elevação da idade mínima de aposentadoria para 65 anos e a equiparação desta idade para homens e mulheres.
O presidente Vilson está atuando massivamente para impedir que a PEC 287 seja aprovada. Ele está dialogando diretamente com os deputados que votaram à favor da PEC 55 (congelamento de gastos públicos), falando sobre os prejuízos que a reforma previdenciária trará à classe trabalhadora e solicitando o apoio dos congressistas contra a reforma.
Vilson lembra que, ao contrário do que o governo Temer defende, não existe nenhum déficit na previdência social. O que existe é um plano que visa prejudicar os trabalhadores para beneficiar políticos, grandes empresários e banqueiros. Dados da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal (Anfip), do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e do estudo da Dra. Denise Gentil, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alertam que enquanto os economistas do governo federal apontam em 2015 um déficit de R$ 85 bilhões, no mesmo ano, as planilhas da Anfip anunciaram um superávit de R$ 24 bilhões. Ou seja, a reforma da previdência é desnecessária.
Por isso, a Fetaemg é contra essa perversidade e vem atuando para impedir que a reforma seja aprovada e com isso, os direitos de trabalhadores e trabalhadoras sejam mantidos. Só com justiça social os trabalhadores do campo e da cidade poderão viver de forma digna. Faça parte desta luta. Junte-se a nós! E diga não à Reforma da Previdência Social.
Fonte: Fetaemg

4 de jan de 2017

Entrevista com Marcelino Rocha: “Somente Diretas Já pode colocar o Brasil nos trilhos”


O presidente da Fitmetal e da CTB-MG, Marcelino Rocha, avalia 2016 pela pauta regressiva imposta pelo governo golpista e analisa as perspectivas para 2017. Ele faz um balanço da Federação, com conquistas de novas bases e acordos fechados em um cenário de grandes dificuldades.
Qual avaliação é feita sobre esse final de ano com tantas pautas negativas para os trabalhadores e trabalhadoras?
A cereja do bolo amargo para o Brasil foi a aprovação da PEC 55. Infelizmente o povo não tem a dimensão do significado da aprovação dessa PEC. Vai chegar um determinado momento - que eu espero que não seja 2036 - que isso precisará ser revisto para o bem do país. Nós já alertávamos quanto a um possível golpe à democracia com antecedência. Até porque antes do golpe o Temer já tinha apresentado a “Ponte Para o Futuro”. Nesses meses de 2016 que foi implementado parte desse projeto nós temos assistido um desastre total do ponto de vista dos direitos sociais, das limitações democráticas e também da regressão dos direitos trabalhistas.
O impeachment da presidenta Dilma foi uma iniciativa para abafar escândalos de corrupção de deputados e senadores, mas também trouxe consigo a volta de um receituário neoliberal. Era prevista a velocidade com que essa pauta negativa está sendo implementada?
É uma receita neoliberal que nós não prevíamos em tamanho e contundência. O que o Temer fez em seis meses está superando Sarney, Collor, FHC e até a ditadura militar do ponto de vista regressivo dos direitos sociais e trabalhistas. É assustador como esse compromisso com a elite e com o setor financista pode impor uma agenda tão regressiva como vem sendo implementada nesses últimos meses depois do impeachment da Dilma.
Aparentemente a direita age coesa na hora de ir contra o povo, já a esquerda muitas vezes não mostra a mesma unidade. Como explicar isto?
Na esquerda ainda prevalecem diferenças que não cabem ao momento. Existe todo um xadrez para dizimar a esquerda no Brasil. Vide quantas capas das revistas mais reacionárias deste país, Veja, Época, IstoÉ, foram dedicadas a denegrir a imagem do presidente Lula. Ele como a principal liderança do nosso campo talvez não tenha a blindagem necessária do que pode vir a acontecer em 2017, que é a inviabilização da sua candidatura em 2018.
Mesmo com a quantidade perdida de vereadores e prefeituras nas últimas eleições as pesquisas não mostram uma esquerda liquidada como alardeou a direita e além disso mostram Lula como o candidato mais forte para 2018...
O único ponto ‘positivo’ para a esquerda é que a direita não tem consenso na disputa pelo poder, pois existem muitos interesses que trazem trincas. Exemplo disso é a briga entre Alckmin, Aécio e Serra, ou as divergências entre Renan Calheiros e Rodrigo Maia e por aí vai. Essa guerra pelo poder entre eles deveria nos ajudar e a esquerda deveria explorar mais essa fragilidade.
O próximo ano já começa com pautas nefastas, como a votação da Reforma da Previdência na volta do recesso parlamentar. 2017 será mais difícil para o trabalhador do que foi este ano?
Dizem que vai ter um grupo parlamentar em vigília para discutir a melhor forma de, ao retornar em 2017, aprovar a reforma da Previdência. São coisas que a gente não via nos últimos treze anos no governo no PT e seus aliados, que é o Congresso ficar até quatro horas da manhã debruçado para prejudicar o povo, com vigília de parlamentares para implementar medidas de precarização da vida povo brasileiro.
Nesse ponto o movimento sindical e os movimentos sociais também não devem permanecer neste período estudando alternativas para barrar essa e outras reformas prejudiciais?
O momento nos impõe a necessidade de muita atenção no campo democrático popular. Mesmo no ambiente de festas, natal e ano novo, nós devemos permanecer vigilantes porque o saco de maldades não chegou ao fundo. De acordo com o Diap, existem mais de 50 medidas na ordem do dia para serem definidas por esse Congresso que não representa a maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso vai desde a redução da idade para o início no trabalho que atualmente é de 16 anos e querem retroagir para 14. Isso combina muito com o desejo da deformação dos jovens brasileiros com o “Escola Sem Partido”, pois as dificuldades no ensino são muito maiores para quem começa a trabalhar mais cedo. Tudo isso também passa pela prevalência do negociado sobre o legislado, passa pela terceirização de atividades-fim entre outros.
Quanto ao Michel Temer a imprensa e analistas apontam que a sua queda será inevitável. Você também aposta nisso?
Hoje é uma possibilidade real a queda do Temer. O que não traz nenhuma expectativa positiva. Um golpe dentro do golpe que foi dado pode criar as condições piores para os trabalhadores com alguém mais reacionário ainda assumindo o posto de chefe do país. Por isso precisamos destacar a necessidade de eleições Diretas Já. Somente esta situação pode colocar o Brasil nos trilhos.
O governo golpista além de impor uma agenda negativa ao país também está destruindo os projetos de integração regional e internacional, como o Mercosul e os BRICS?
As mostras dadas pelo nosso ministro de relações exteriores são no sentido de acabar com qualquer possibilidade de intercâmbio ou organizações bilaterais de países que precisam se articular frente ao poder da União Europeia e dos Estados Unidos. Um ministro de relações exteriores como o Brasil que tem dificuldade em definir o significado de BRICS é o grande sintoma da desarticulação desse projeto, assim como acontece com o Mercosul, para colocar o nosso país novamente dentro dos interesses imperialistas dos EUA. Agora a Venezuela está sendo o foco central de desestabilização. A exclusão da ministra de Relações Exteriores da Venezuela do último encontro do Mercosul é muito simbólica quanto a isso.
"Mesmo no ambiente de festas, natal e ano novo, nós devemos permanecer vigilantes porque o saco de maldades não chegou ao fundo."
A participação da indústria no PIB nacional está em queda livre. As medidas adotadas pelo governo Temer contribuem para piorar este cenário?
Esse é um tema que a Fitmetal vai considerar como o mais importante do ponto de vista da sua ação política. O processo de desindustrialização que o país atravessa é de um risco muito grande. Um país cuja indústria sai de quase 30% de participação no PIB em décadas passadas e isto é reduzido a menos de 9% não tem perspectiva de desenvolvimento com distribuição de renda, com geração de emprego. A indústria é um setor que tem salários melhores, tem condições de trabalho mais significativas do que outras categorias profissionais, então é fundamental o desenvolvimento da indústria para o crescimento do país.
O setor naval que cresceu tanto no governo Lula hoje é a maior representação desse cenário de desindustrizalização?
O Lula desenvolveu políticas no setor naval que fez com que quase chegássemos a 100 mil trabalhadores na área, além de enraizar o setor naval em vários estados, como no Rio Grande do Sul e Pernambuco. Com a Lava Jato e a crise na Petrobras o setor naval deixou a herança de vários trabalhadores demitidos em 2015 e que ainda hoje não receberam as suas verbas rescisórias. Hoje o setor cada dia mais vai se enfraquecendo e hoje existem discursos para baratear o custo da produção no Brasil que indicam que ao invés de construir navios, o Brasil passe a alugar navios junto com tripulação estrangeira. Isso é um prejuízo para a produção, para a economia e para os marítimos nacionais.
Para o setor de automóveis as condições também não são das melhores?
Com exceção dos metalúrgicos de Camaçari na Bahia que fizeram um acordo em 2015 com validade de dois anos, fruto da organização no local de trabalho que existe lá, todos os demais metalúrgicos do setor automobilístico fizeram acordos no máximo com a reposição da inflação de um ano antes da data base e a grande maioria com o pagamento parcelado dessa inflação em até três períodos. No momento que você tem um executivo que atua em prol do setor financeiro e um legislativo subserviente aos interesses dos mais ricos, o setor empresarial não iria perder a oportunidade de desfazer todas as conquistas alcançadas nos últimos treze anos.
No geral como foi avaliado o resultado das campanhas salariais de 2016?
As campanhas foram realizadas dentro do possível em uma conjuntura totalmente adversa. Foi uma negociação onde o setor empresarial tentou implantar políticas regressivas, mas que, na medida do possível, foram barradas. A posição da Fitmetal junto à FEM/CUT e à Femetal (Força Sindical) em Minas Gerais foi destacada por diversos dirigentes de fora da Fitmetal. Minas é o único estado do Brasil que tem três Federações ligadas à Centrais diferentes e que fazem campanha unificada. O papel da Fitmetal, segundo os dirigentes das outras entidades, foi destacado.
Especificamente para a Fitmetal como é avaliado este ano?
Mesmo em um ano de muita dificuldade nós podemos falar que 2016 foi altamente positivo para a Federação. Em primeiro lugar por conta do registro sindical que foi definitivamente finalizado já em janeiro. Em segundo por conta da conquista de novas bases de grande significado para o crescimento e para o enraizamento da política da Fitmetal, que foi Chapecó (SC) e Três Marias (MG), além de criar a possibilidade de estender a base até Nossa Senhora do Socorro (SE). Um terceiro elemento que é importante destacar é que a Federação começou a aparecer com protagonismo. Participou das lutas nacionais contra o golpe com fisionomia, participou das manifestações em defesa da Petrobras, como também do Dia Nacional de Paralisações e Luta em Defesa dos Direitos, organizado pelos Metalúrgicos - com destaque para manifestação que ocorreu em Minas Gerais nas proximidades da Fiat. Além dessas manifestações a Fitmetal teve capacidade de construir alternativas para assinar os acordos coletivos nas suas bases, acordos que tiveram uma dificuldade maior com a liminar do Gilmar Mendes indicando o fim da ultratividade dos acordos.
Do ponto de vista das relações das relações exteriores a Fitmetal teve um ano produtivo?
Tivemos uma participação destacada no 17º Congresso da Federação Sindical Mundial, na África do Sul, com a maior bancada de dirigentes. Estamos nos empenhando para fortalecer o internacionalismo de classe, estamos implementando isso na prática. Dessa maneira tivemos trocas importantíssimas, como essa com os metalúrgicos do Egito que visitaram o Brasil por duas vezes e agora nós fomos até lá e firmamos um acordo com eles.
Em maio de 2017 será realizado o segundo Congresso Fitmetal. Qual é a expectativa até lá?
Temos muita luta antes do Congresso da Fitmetal. Talvez a principal delas seja barrar a reforma da Previdência. Os metalúrgicos poderão ser os mais afetados com o fim das condições de insalubridade para a aposentadoria e existe toda a agenda regressiva da reforma Trabalhista. Portanto, precisamos chegar ao Congresso da Fitmetal com no mínimo a reforma da Previdência barrada.
Por Murilo Tomaz, da Fitmetal